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O HOMEM SÃO E O HOMEM DOENTE

O indivíduo são sente a sua própria felicidade sem necessidade de artifícios: é fonte de bem-estar que derrama à sua volta e do qual participa a sua família e que ainda chega aos seus concidadãos e até à descendência. 

O homem doente é motivo de desgraça para quantos o rodeiam e para a sociedade em que vive, necessitando dos gozos artificiais que compra para distrair a sua triste existência, realizando pela sua parte o desiquilíbrio econômico que vai originando os problemas sociais, e produzindo menos do que consome. 

O homem são é fator positivo na sociedade de que é membro; o homem doente é fator negativo. 

O homem são produz mais do que consome, proporciona filhos sãos e numerosos à sua pátria e tem hábitos de economia e previsão, preparando o seu próprio seguro de velhice sem recorrer à sociedade. 

O homem doente não consegue com o seu trabalho satisfazer as suas necessidades, não tem filhos ou engendra-os com taras que significam sempre um peso morto para a sociedade, carece de espírito de previsão e economia, porquanto sente perto o seu fim e morre prematuramente, deixando aos seus semelhantes a tarefa de ajudar com o seu esforço a manter uma descendência de incapazes, quando não de criminosos. 

O homem são vive satisfeito com a sua parte, porque tudo consegue com a saúde e, consciente do seu destino, não conhece as rivalidades nem a inveja. 

O homem doente sente a sua inferioridade e odeia os que não estão nas suas alteradas condições, buscando no extremismo uma igualdade que rebaixe os outros ao nível da sua miséria, proporcionando-lhe a triste consolação de ver os seus semelhantes compartilharem da sua desgraçada situação.

M. Lezaeta Acharán 

Fonte: Medicina Natural ao Alcance de Todos, pág. 18

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